limpando meu quarto só com água e subtraindo dele certas coisas, de modo a me manter com o mínimo possível.

 

(não tenho interesse em propagar prerrogativas morais sobre a arte, já que me interessa olhá-la como conceito em disputa e, por afirmá-la em disputa, me posicionar próximo aos que são periféricos à ela enquanto hegemonia mas, ainda assim, buscam tomá-la em suas próprias mãos, fazendo-a ferramental a si. contudo, constantemente me recordo do que ouvi do mestre franz manata quando fiz suas aulas: que, quando nos perguntamos sobre o que mais colocar num trabalho de arte que julgamos quase finalizado, devemos parar ou talvez devêssemos retirar-lhe algumas coisas, pois nos perguntar o que mais pôr pode ser o indício de que colocamos demais ali.)